Essa é a “arte” de um filho sem pai e sem mãe. As crianças acolhidas institucionalmente sofrem enquanto se preparam para participar de comemorações alusivas ao dia dos pais ou das mães em ambientes escolares.
Algumas delas, já destituídas, aguardam na fila de adoção por uma família que não tenha preferência por bebês e/ou que aceitam receber grupos de irmãos, enquanto passam os seus dias ansiosos por uma família que possam pertencer.
